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História

O Início

CARMIM – Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz – foi fundada em 1971, datando desse ano a construção do edifício original, projetado para a laboração de 1500 toneladas de uva por ano.  

Dada a grande adesão desde logo dos viticultores da região, estes valores rapidamente foram ultrapassados, tendo, por isso, surgido a necessidade de se construir depósitos especiais, designados por “balões” devido à sua forma esférica. Nessa altura, a comercialização resumia-se apenas a dois tipos de vinhos: o tinto e o branco. Com o passar dos anos, a capacidade vinificação era de tal modo insuficiente que a CARMIM se viu obrigada a aumentar a adega a fim de melhor proceder à vinificação dos tintos, isto no ano de 1983. Este projeto não seguiu a estrutura da outra adega e as melhores técnicas foram consideráveis para a época, desde cubas com sistemas de auto-vinificação e descarga automática, passando por jogos de sem-fins para a condução das massas e linhas de vinificação em contínuo, a CARMIM investiu na altura em tudo o que era mais moderno e avançado.

Em 1988, após a integração na EU, dá-se a criação de denominação “Reguengos” para os Vinhos de Qualidade Produzidos na Região Determinada (VQPRD) de Reguengos. Esta Denominação foi o grande reconhecimento da qualidade dos vinhos da região e o impulso fundamental para a projeção dos vinhos no mercado nacional, comunitário e extracomunitário. 

Em 1991, é finalmente construída a “Adega Nova”, baseada nos conceitos enológicos bastante diferentes da outra adega, a “Adega Velha”. Nesse novo espaço, são privilegiados processos descontínuos, mais suaves e tecnologicamente versáteis que as linhas contínuas da “Adega Velha”. São também introduzidos sistemas de frio para controlo de temperaturas de fermentação e prensas pneumáticas para um melhor controlo de processo.

Em 1994, é criado o primeiro vinho branco da CARMIM fermentado em pipas, denominado “Régia Colheita”.

Em 1997, após aprovação do projeto de investimento, iniciam-se as obras de construção do novo pavilhão de Engarrafamento. Nesse ano, a CARMIM inicia uma nova postura no mercado do vinho, com a criação de um Gabinete de Marketing e a contratação de Promotores/Merchandisers, fechando assim o ciclo que vai do produtor ao consumidor. Começou deste modo a poder fazer-se um acompanhamento atento e pormenorizado de toda uma atividade que começa nas terras de Reguengos e termina na mesa em qualquer parte do mundo.   

Em 2003, inicia-se o projeto Enoturismo CARMIM, aumentando o afluxo de visitantes ao parque agro-indústrial da empresa.

Em 2004, a CARMIM concretiza um “antigo” anseio, com a inauguração do novo edifício administrativo pelo Ministro da Agricultura, Engº Sevinato Pinto. Construído dentro do parque agro-industrial, este passo marca o regresso às origens da CARMIM, que começou por ter os escritórios dentro da própria adega. 

A CARMIM obteve, em 31 de dezembro de 2011, a certificação conjunta dos seus Sistemas de Gestão da Qualidade, Gestão Ambiental e de Gestão de Segurança Alimentar, respetivamente para as Normas NP EN ISO 9001:2008, NP EN ISO 14001:2004 e NP EN ISO 22000:2005.

Em 2013, atingiu mais um importante objetivo no domínio da certificação, através da certificação IFS Food versão 6.

Em 2014, foi renovado à CARMIM, pelo IAPMEI, o estatuto de PME Líder, o qual reconhece o desempenho económico-financeiro de topo entre as PME nacionais: com esta solidez financeira, alicerçada na inovação e competitividade, a CARMIM assume ativamente o seu papel no desenvolvimento da região onde está presente.